10 de outubro de 2010

Os três filhos

Boa noite, cada um de nós devemos preocuparse com nossas próprias vidas e deixar a vida dos outros. Esta histórinha é o que muitas vezes acontecem em nosso dia a dia, deixamos os nossos compromiços para cuidar das obrigações dos outros e cabamos com desenganos e desilusões.

Um grande sábio possuía três filhos jovens, inteligentes e consagrados à sabedoria.

Em certa manhã, eles discutiam a respeito do obstáculo mais difícil no grande caminho da vida.

No auge da discussão, prevendo talvez conseqüências desagradáveis, o genitor benevolente chamou-os a si e confiou-lhes curiosa tarefa.

Iriam os três ao palácio do príncipe governante, conduzindo algumas dádivas que muito lhes honraria o espírito de cordialidade e gentileza.

O primeiro seria o portador de rico vaso de argila preciosa.

O segundo levaria uma corça rara.

O terceiro transportaria um bolo primoroso da família.

O trio recebeu a missão com entusiástica promessa de serviço para a pequena viajem de três milhas; no entanto, no meio do caminho, começaram a discutir.

O depositário do vaso não concordou com a maneira pela qual o irmão puxava a corça delicada, e o responsável pelo animal dava instruções ao carregador do bolo, a fim de que não tropeçasse, perdendo o manjar; este último aconselhava o portador do vaso valioso, para que não caísse.

O pequeno séqüito seguia, estrada afora, dificilmente, porquanto cada viajante permanecia atento às obrigações que diziam respeito aos outros, através de observações acaloradas e incessantes.

Em dado momento, o irmão que conduzia o animalzinho esquece a própria tarefa, a fim de consertar a posição da peça de argila nos braços do companheiro, e o vaso, premido pelas inquietações de ambos, escorrega, de súbito, para espatifar-se no cascalho.

Com o choque, o distraído orientador da corça perde o governo do animal, que foge espantado.

O carregador do bolo avança para sustar-lhe a fuga, e o bolo se perde totalmente no chão.

Desapontados e irritadiços, os três rapazes voltam a presença do pai,apresentando cada qual a sua queixa de derrota.

O sábio, porém, sorriu e explicou-lhes:

- Aproveitem o ensinamento da estrada. Se cada um de vocês estivesse vigilante na própria tarefa, não colheriam as sombras do fracasso



(autor desconhecido)

6 de outubro de 2010

Publicação do jornal a Folha de sp.




06/10/2010 - 09h14


Ex-petista declara apoio a Serra e diz que PT relativizar aborto é 'maluquice'


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JOHANNA NUBLAT
DE BRASÍLIA


Suspenso do PT, em 2009, por militar radicalmente contra o aborto e ir de encontro a uma resolução do congresso nacional do partido de 2007, o deputado federal Luiz Bassuma (agora no PV) diz que foi punido pela "unanimidade" do partido, e que a intenção de relativizar a posição do PT com relação ao tema, hoje, é "maluquice". Junto com Bassuma, foi punido pela mesma defesa "pró-vida" o deputado Henrique Afonso (PV).


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Bassuma afirma que a candidata Dilma Rousseff (PT) demonstra uma "mudança eleitoreira" e diz apoiar o candidato José Serra (PSDB) no segundo turno.


FOLHA - Por que o sr. saiu do PT?


LUIZ BASSUMA - Só em 2007, o PT fecha questão a favor da descriminalização do aborto. Eu já tinha militância nessa questão há muito anos, é uma questão filosófica e religiosa na minha vida. E eu me neguei a cumprir essa resolução. O estatuto do PT diz: por questões filosóficas, religiosas, éticas e de foro íntimo, nenhum filiado poderá ser punido. O PT quis me enquadrar. O último governo quis legalizar o aborto duas vezes e não conseguiu, nós conseguimos impedir.


O sr. diz o governo Lula?


O Lula. Aí, em 2009, o PT resolve me punir com um ano de suspensão.


Isso porque o sr. era contra o aborto?


Se eu ficasse caladinho, poderia ter ficado no PT até hoje. Eles não queriam que eu liderasse o movimento. Era porque eu defendia a vida, era contra o aborto.


O PT demonstra estar revendo essa defesa. Como o sr. vê isso?


Eles me puniram por unanimidade, o diretório nacional todo, incluindo o José Eduardo [Cardozo, coordenador da campanha de Dilma], o atual presidente do PT [José Eduardo Dutra]. E Dilma era chefe da Casa Civil. Você acha que é brincadeira? O governo tinha interesse em aprovar isso [o aborto], tentou. Relativizar agora é uma maluquice.


E o sr. pensa em voltar ao PT?


Nunca, estou declarando apoio público ao Serra. O ideal seria a Marina [Silva, PV]. Não foi possível o melhor, tem que evitar o pior. E o pior para o Brasil é Dilma, por razões políticas e, no meu caso pessoal, por essa razão em defesa da vida.


O sr. acha que ela é a favor do aborto?


A vida dela toda, tem declarações dela no passado. A visão de mundo dela é essa. Se ela quiser mudar agora, vai ser uma mudança eleitoreira, para ganhar a eleição.

4 de outubro de 2010

A exaltação precede a queda

Boa noite, A vida é assim mesmo! Nem sempre as coisas ou seres mais expressivos são os que ocupam os primeiros lugares, os seres humanos se jactam pelas suas grandezas, se valorizam acima de qualquer um que estejam ao seu lado, sempre são maiores e melhores que os demais. Porem Diante de Deus tudo é diferente, foi por isto que o sábio apostolo Paulo deixou esta palavra. Na carta aos Filipenses ele disse; cada um considere os outros superiores a si mesmo.

Muitas vezes os seres humanos esta igual os animais da historinha que vou contar a vocês nesta postagem, que de brincadeiras nos servem de exemplo para nosso dia a dia, a referir-me em animais falando, me faz lembrar de uma musica sertaneja que diz que bom se os animais falassem se fosse assim, eu creio que seriamos repreendidos por eles, sem nenhuma dúvida, porque muitas vezes nós procedemos piores que os animais, em nossas exaltações, queremos nos posicionarmos acima dos demais.


Eis ai a historinha.



No tempo em que não havia automóveis, na cocheira de um famoso palácio real, um burro de carga curtia imensa amargura, em vista das pilhérias dos companheiros de apartamento.

Reparando-lhe o pêlo maltratado, as fundas cicatrizes do lombo e a cabeça tristonha e humilde, aproximou-se formoso cavalo árabe que se fizera detentor de muitos prêmios, e disse, orgulhoso:

- Triste sina a que recebeste! Não invejas minha posição em corridas?

Sou acariciado por mãos de princesas e elogiado pela palavra dos reis!

- Pudera! - exclamou um potro de fina origem inglesa:

- Como conseguirá um burro entender o brilho das apostas e o gosto da caça? O infortunado animal recebia os sarcasmos, resignadamente.

Outro soberbo cavalo, de procedência húngara, entrou no assunto e comentou:

- Há dez anos, quando me ausentei de pastagem vizinha, vi este miserável sofrendo rudemente nas mãos do bruto amansador.

É tão covarde que não chegava a reagir, nem mesmo com um coice.

Não nasceu senão para carga e pancadas. É vergonhoso suportar-lhe a companhia.

Nisto, admirável jumento espanhol acercou-se do grupo, e acentuou sem piedade:

- Lastimo reconhecer neste burro um parente próximo.

É animal desonrado, fraco, inútil, não sabe viver senão sob pesadas disciplinas.

Ignora o aprumo da dignidade pessoal e desconhece o amor-próprio.

Aceito os deveres que me competem até o justo limite; mas se me constrangem a ultrapassar as obrigações, recuso-me à obediência, pinoteio e sou capaz de matar.

As observações insultuosas não haviam terminado, quando o rei penetrou o recinto, em companhia do chefe das cavalariças.

- Preciso de um animal para serviço de grande responsabilidade, informou o monarca, um animal dócil e educado, que mereça absoluta confiança. O empregado perguntou:

- Não prefere o árabe, Majestade?

- Não, não - falou o soberano, é muito altivo e só serve para corridas em festejos oficiais sem maior importância.

- Não quer o potro inglês?

- De modo algum. É muito irrequieto e não vai além das extravagâncias da caça.

- Não deseja o húngaro?

- Não, não. É bravio, sem qualquer educação. É apenas um pastor de rebanho.

- O jumento espanhol serviria? - insistiu o servidor atencioso.

- De maneira nenhuma. É manhoso e não merece confiança.

Decorridos alguns instantes de silêncio, o soberano indagou:

- Onde está meu burro de carga?

O chefe das cocheiras indicou-o, entre os demais.

O próprio rei puxou-o carinhosamente para fora,

mandou ajaezá-lo com as armas resplandecentes de sua Casa e confiou-lhe o filho ainda criança, para longa viagem.

E ficou tranqüilo, sabendo que poderia colocar toda a sua confiança naquele animal. Em quais das posições que estamos? Como o pobre burrinho, ou como os grandes cavalos de raça? Vigiemos, e consideremos os outros superiores a nós mesmos. Um abraço na todos.


(autor desconhecido)

27 de setembro de 2010

Ogulho precede a queda




O orgulho sufoca, destrói, mata, derruba, etc. É um pecado mencionado com bastante freqüência nas Escrituras e todas as suas menções indicam que Deus o odeia. Deus realmente abomina o sentimento de orgulho! Toda criatura que cai nesta perigosa cilada enfrenta o Deus todo poderoso sem o menor temor. Isto porque o orgulho cega o entendimento. Ele faz seus escravos pensarem que podem tomar o lugar do Onipotente Deus ou que podem ser uma criatura superior às outras. Mas isto é engano, um caminho que leva tudo à destruição.

O primeiro pecado mencionado na Bíblia é o orgulho. Satanás queria ser como Deus, queria destroná-lo. Assim nasceu a primeira contenda no céu. Um terço dos anjos foram seduzidos. Acreditaram nas promessas do suposto futuro “senhor” de tudo. Se encheram de orgulho influenciados por Satanás. A propósito, aqueles que pensam que o sentimento de orgulho não traz contenda e desordem, estão completamente errados. O orgulho causa confusão, contenda, mágoa, brigas, discussões, divisões, etc. Além disso, o cristão quando é orgulhoso envergonha o nome de Cristo, pois isto contraria tudo o que o Mestre ensinou e viveu.

Dentro do Ministério Musical o pecado do orgulho pode ser facilmente detectado. Preste atenção:

» Quando não aceitamos exortação de nossos pastores, líderes e até mesmo de nossos companheiros de ministério » Quando sempre achamos que estamos certos » Quando não damos ouvido às outras pessoas » Quando achamos que somos melhores do que alguém » Quando achamos que somos dignos de receber alguma glória e louvor » Quando achamos que a obra que executamos está tendo sucesso pela nossa capacidade » Quando achamos que o nosso estilo musical é o mais correto perante Deus » Quando humilhamos, subestimamos ou não valorizamos aqueles que estão iniciando no ministério

Talvez esta seja a razão da escassez de verdadeiros adoradores dentro do povo chamado cristão. Esta triste armadilha têm cegado a muitos, tornando-os joio, ao invés de trigo. Aqueles que desejam trilhar a árdua jornada da verdadeira adoração deverão riscar de sua vida tudo aquilo que foi dito anteriormente. O verdadeiro adorador não deixa ser tomado pelo orgulho, mas permanece humilde pelo temor que tem de Deus. O verdadeiro adorador sabe que Deus não reparte sua glória com ninguém! Jesus, além de ser o nosso Salvador, foi o maior Mestre que pisou na face da terra. Suas maiores lições sempre tinham a ver com humildade. Ele sabia que a falta de humildade causava destruição, ruínas, separação, tristeza, e o pior de tudo, entristecia a Deus. Foram de Jesus as palavras:

Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus. (Mateus 5.5) Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para as vossas almas. (Mateus 5.11) Portanto, quem se tornar humilde como esta criança, esse é o maior no reino dos céus. (Mateus5.18)

Jesus não só ensinou sobre a humildade, mas sua vida refletia isto em cada atitude. Dia a dia ele mostrava que o orgulho não fazia parte do seu caráter. Não foi o Rei Jesus quem lavou os pés dos discípulos na noite da Ceia? É importante ressaltar que nenhum dos 12 homens merecia isto. Outra prova de humildade foi a sua terrível morte na cruz. Na época de Jesus, a morte de cruz era um dos piores e mais humilhantes tipos de morte existente. Na polida sociedade romana até a sua menção era proibida. Você consegue imaginar o rei da glória, o filho de Deus se submetendo aos soldados romanos, apanhando, levando chutes, socos, chicotadas e tendo sua cabeça furada por uma coroa de espinhos? É difícil compreendermos isto, mas entendemos que foi uma das grandes, senão a maior prova de humildade de Jesus.

Querido irmão, faça o possível para viver uma vida de humildade, refletindo este ensinamento de Cristo em cada atitude, palavra e até pensamento. Lembre-se sempre: sem humildade, não há verdadeira adoração. Por isso, dedique um bom tempo de sua oração pedindo a Deus um caráter livre do orgulho, derrame-se aos pés do Pai e peça para Ele te curar de qualquer tipo de soberba e espere os desafios que aparecerão a você, porque, certamente o seu coração será posto à prova em muitas ocasiões. Um Grande abraço. Até a próxima postagem.



[fonte vivos]

20 de setembro de 2010

Dê para receber

Boa noite. Senti nesta postagem de falar um pouco sobre algo que nós não gostamos de ouvir, que é dar para receber. Todo ser humano tem um desejo de sempre receber porem dar é só em ultimo caso, queremos ser curados, queremos ser abençoados, queremos ir morar no céu, quando ouvimos Deus falar através de sua palavra, filho meu da me teu coração, nem isto queremos fazer para o Senhor, argumentamos de todas as maneiras para não dar nada, porem queremos receber,


Na igreja oramos Senhor abre uma porta para mim, porem quando chega a hora de ofertar fechamos a mão para a obra de deus, queremos que Deus abra a mão para nós mas a nossa esta fechadíssima, nem mesmo o dizimo que é do Senhor não entregamos e queremos ser abençoados, esta lenda que vou contar retrata claramente a vida de quem tem a mão mirrada, porem se não abrirmos estas mãos jamais seremos abençoados!


Existe uma lenda chinesa que ilustra perfeitamente a necessidade de dar antes de receber.

Um mendigo vivia em uma rua de uma cidade chinesa e segurava uma caneca o dia inteiro, pedindo arroz ou qualquer outra coisa que os passantes tivessem para dar.

Um dia, o mendigo viu um grande cortejo descendo a rua, liderado pelo imperador em seu imponente riquixá, entregando presentes aos seus súditos. O mendigo se encheu de felicidade. “Chegou a minha grande oportunidade”, pensou Woo. “Dessa vez receberei um presente valioso”, e dançou com alegria.

Quando o imperador chegou perto dele, Woo exibiu sua caneca com grande determinação, mas em lugar de receber o esperado presente do imperador, sua Majestade pediu a Woo um presente.

O pobre Woo ficou extremamente desapontado e envergonhado; pegou os dois menores grãos de arroz que conseguiu encontrar em sua caneca e, muito a contragosto, entregou-os ao imperador, que depois foi embora.

Durante todo o dia, Woo reclamou e resmungou. Censurou o imperador, culpou Buda, tratou mal os que se dirigiam a ele; e poucas pessoas pararam para lhe falar ou colocar grãos de arroz em sua caneca.

Nessa noite, quando chegou à sua pobre cabana e derramou seu escasso suprimento de arroz, Woo encontrou duas pepitas de ouro do tamanho exato dos grãos de arroz que tinha dado ao imperador. Era o necessário não só para matar sua fome neste dia senão para por muito tempo esquecer de mendigar. Quantas vezes nós apenas queremos receber porem dar não temos disposição para isto.



Será que não é isto que esta faltando para nós, o escritor de provérbios disse que a sanguessuga tem duas irmãs que são, da, da, eu espero que este exemplo sirva ao menos par um momento de reflexão para cada um de nós. Se quisermos receber temos que aprender também a dar, sempre estamos pedindo a Deus que nos ajude e nos abençoe que temos dado para ele para sermos merecedores daquilo que estamos pedindo? Somos parece sanguessugas é só da, da. Devemos lembrar que é melhor da que receber.



Deus vos abençoe, até a Abraço.próxima postagem.

11 de setembro de 2010

Estou perdendo os melhores anos da minha vida



”. Esta foi a frase que escutei de uma adolescente referindo-se ao fato de que não consegue mais ter uma vida social igual à que tinha antes de ter sido mãe precocemente. Ao se manifestar assim, a “contrario sensu”, ela está querendo dizer que passada a juventude, os anos que se seguirem serão os “piores de sua vida” ou que no mínimo, não serão tão bons assim.



Na verdade, a adolescente não está renegando a filha que nasceu. Apenas se arrepende de não ter escutado as centenas de conselhos e avisos que lhe foram despejados nos ouvidos a partir do momento em que começou a despertar para o sexo. Movida por aquela sensação de poder que nos impregna na juventude, ela acreditou que qualquer coisa que fizesse, não poderia lhe trazer maiores consequências e seguiu vivendo tudo o que a idade lhe permitia da maneira mais intensa possível. Até que veio a notícia da gravidez, acordando-a da ilusão causada por esta espécie de embriaguez que nos é causada pela inundação hormonal a que somos submetidos nesta primeira fase da vida.



De repente, o despertar de uma ilusão e o contato com a vida real, ou seja, as dificuldades de se cuidar de uma nova vida, missão para a qual ainda não estava preparada. É como alçar vôo em um objeto alado sem saber ainda como aterrisá-lo e ter que aprender a fazê-lo ainda em pleno ar.



Não é uma situação incomum. Vemos isso todo o tempo e por todos os lados. Afinal, a natureza, logo no amanhecer da vida, nos dá a sensação de sermos uma espécie de deuses do Olimpo. Tal qual eles, recebemos algumas virtudes e uma infinidade de defeitos. Mesmo assim, achamos que as poucas virtudes que temos, podem neutralizar ou superar nossos muitos defeitos. Seguimos na vida achando que nada de mal nos acontecerá, deixando um rastro de atos impensados cujas consequências podem ser irreversíveis.



Com o passar do tempo, a surpresa. A mesma natureza que nos deu tanta imponência, vai nos retirando aos poucos aquela sensação de força que tínhamos no início da jornada e vamos tendo que viver com limitações cada vez maiores e, se não tivermos nos preparados para esta fase da existência, inevitavelmente iremos sucumbir diante da vida.



É claro que não estou aqui tentando ser moralista e querendo dizer que não se deva viver intensamente, até porque sou da geração dos hippies, da contracultura e do “é proibido proibir”. Mas alguma coisa se aprende pelo caminho e uma delas é que, se optarmos por fazer tudo o que nossos sentidos exigirem, não devemos fazê-lo com dedicação exclusiva. Ao tentarmos “aproveitar os melhores dias de nossas vidas”, devemos sempre dedicar um tempo para o contato com a realidade e pensarmos em ir solidificando as bases para que possamos amenizar ou encontrar algum significado para vivermos o “resto de nossas vidas”. A meu modo de ver, devemos nos preparar para substituir gradativamente o prazer dos instintos pelo prazer do intelecto, sempre permeado pelo tempero das emoções. Cultivar conhecimento e bons sentimentos, evitando deixar marcas negativas que não possamos apagar nos dias futuros. Eles poderão se tornar para nós, uma espécie de fantasmas particulares com os quais seremos condenados a conviver até o fim de nossos dias.



Quanto ao fato de se tentar eleger aqueles que serão os “melhores anos de nossas vidas” baseados em um critério meramente cronológico, acho que não é a melhor coisa a se fazer. O que eu posso dizer é que cada faixa etária tem o seu encanto, o seu campo próprio de sintonia, suas próprias experiências e aprendizados. Hoje, após muitos anos já vividos intensamente, afirmo que minha visão de mundo estaria muito empobrecida se ficasse restrita tão somente à vivência da minha fase adolescente.



Fonte Web.artigos

9 de setembro de 2010

O tempo passa de pressa

Bom dia. Chegou mais um final de semana. É muito bom viver servindo a Deus! Parece que estamos parados no tempo. Só nos damos conta que o tempo passa, quando olhamos no espelho e nos deparamos cada dia que passa com uma pessoa cada vez mais velha. Olhamos para nossos filhos que ontem eram crianças: hoje adultos, olhamos para aqueles que simplesmente eram pensamentos hoje são realidade, quem? Nossos netos! Porem tudo é prazeroso quando andamos em companhia com Deus! Quando escutamos tantas pessoas lamentando da vida, ficamos penalizados! Há se eles conhecessem o Deus que nós servimos! A Bíblia diz que se nossa casa terrestre se desfizer temos uma eterna no céu.


Existem pessoas que tem mede de ficar velhos, isto de nada adiantará, com ou sem preocupações neste sentido nós vamos envelhecendo cada minuto que passa! Vivemos sonhando como diz Paulo, os jovens terão visões e os velhos terão sonhos: Verdade que vivemos de sonhos recordamo-nos o que fazíamos antes, e temos vontade de fazer o mesmo hoje porem nossas condições físicas não permitem mais, temos que lutar contra o desanimo para não sermos vencidos por ele, conheci muitas pessoas que poderiam ter uma vida normal, porem estão na maior miséria de vida, pois foram vencido pelo desanimo e hoje não tem mais força e nem razão para continuar vivendo.



O profeta Isaias disse; os que esperam no Senhor renovarão as suas forças, voarão com asas como águias, correrão e não se cansarão. Se analisarmos a vida daqueles que não servem a Deus veremos neles um povo cansado desesperado sem razão para continuar vivendo. Esta é a causa de tantos suicídios, tantos crimes, as pessoas perderam a razão de viver e a vida humana para eles não tem nem um valor. Atrás disto esta a síndro-me da depressão. Imaginem um moço sai de casa vai a um supermercado disposto a matar alguém, chega pega uma faca e mata as primeiras pessoas que encontra em sua frente. Sem um porque, simplesmente queria matar alguém exclama ele! Sem ter uma única razão para isto. A falta de Deus na vida do homem tem causado muitas desgraças entre as famílias no mundo inteiro.



O escritor aos Hebreus falando de Moisés disse, ele ficou firme como vendo o invisível. A esperança de Salvação, a esperança de vida eterna, faz o homem ficar firme no propósito de servir a Deus, porem muito seres humanos só vê o aparente, o visível, a única esperança deles é esta vida; o Apostolo Paulo disse aos Coríntios que se esperar em Cristo só nesta vida somos os mais miseráveis de todos os homens! Chegamos à conclusão que o homem sem Deus independente daquilo que tenha materialmente é, miserável, muitas vezes somos tentado como Asafe do Salmo 73, á olharmos e sentirmos inveja por ver a prosperidade dos ímpios, ele disse, quase resvalou o meu pé, vemos quanto crentes desanimados por esta causa, falta Deus abrir nossos olhos como abriu os de Moisés e vermos o invisível! Para que cada vez que olharmos no espelho, cada vez que analisarmos nossa vida tenha o que agradecer e não lamentar por nossa situação; por servirmos a Deus nós somos bem aventurados! Se você puder levante suas mãos e diga comigo, Obrigado Senhor!