Boa noite amigos internautas. É um grande prazer sempre estar com vocês através deste blog. Eu Pastor Jairo estou muito feliz por ter participado neste final de semana do grande congresso jovem da Igreja Pentecostal de Jesus Cristo a qual eu orgulhosamente faço parte! Pois bem vivemos um final de semana inesquecível! Aconteceu aqui em Curitiba o esperado congresso jovem da sede nacional, talvez você queira perguntar como foi? Calma, eu vou contar para vocês! Foram três dias maravilhosos! Sexta sábado e domingo, Na sexta feira foi à abertura do congresso, que teve um tema excepcional, Jovem onde consiste sua força? A qual resposta fora dada a altura por nossa juventude. No hino oficial do congresso. Começarei por sexta feira 18 de setembro 2009, esta data é de suma importância para mim também, pois é justamente o dia de meu aniversario. Chovia muito em Curitiba neste dia, mesmo assim a Igreja estava repleta de participante do primeiro dia deste grande evento. Abertura do culto fora feita pelo cooperador Aleks Sander,jovem dinâmico que soube conduzir com muita espiritualidade aquele trabalho, com cânticos espirituais, verdadeiros louvores a Deus. Tiveram oportunidades vários cantores, duplas e solos para louvar o nome daquele que vive para sempre. A jovem Fabiane contou um lindo testemunho daquilo que Deus fez em sua família através de um congresso de jovens. Foram momentos emocionantes para toda Igreja, não posso deixar de ilustrar aqui a participação do vocal da sede que cantou lindos hinos de louvores a Deus, com seus componentes em inteira reverencia a Deus. O grupo Despertai, de jovens da sede cantou o hino oficial do congresso. Então fora entregue a palavra ao Pastor Sidinei Dirigente da igreja e coordenador do congresso, o qual deu uma palavra de saudação aos presentes, e entregou a palavra para o pregador desta noite Presbítero Jeferson de Belo Horizonte,para a mensagem de abertura do congresso. O qual fora usado poderosamente por Deus para falar com a Igreja! Contemplamos lagrimas e sorrisos de alegria dos presentes que ouviram a palavra transmitida por este servo de Deus. Muitas pessoas passaram diante do altar propondo viver para servir o Senhor Jesus. No final do culto os participantes não tinham pressa de ir para seus lares pela grande alegria sentida durante esta reunião. No sábado à noite o segundo dia da festa, não fora diferente do dia anterior, porém com mais participações de visitante que no dia anterior. Na abertura do culto a irmã Rosilda Martins, conselheira da mocidade. Nos louvores muitas participações, vocal da sede, Banda, cantores solo e duplas, e claro, o grupo de jovem despertai da cidade de ponta Grossa, e a mocidade da sede de Curitiba, na mensagem tivemos o Pastor Ângelo Fernandes de São Bernardo do campo São Paulo, o qual falou sobre este importante tema posto pelos jovens para este congresso. Uma palavra que produziu um efeito importantíssimo para vida espiritual da igreja houve muitas decisões de servir melhor a Deus. Logo após o culto, deu-se inicio uma grande vigília que se estendeu até as cinco horas da manhã, com muitos louvores, e principalmente orações, a mensagem da madrugada fora pregada pelo Presbítero Natanael da cidade de Campinas São Paulo, o qual falou sobre o tema deste congresso com muita graça e sabedoria de Deus para transmitir a igreja. Domingo a tarde tivemos outro grande culto, com muitos louvores e varias participações, A igreja da cidade de Antonina também estava presente, na pessoa de dirigente daquela congregação Presbítero Osiel. A mensagem fora pregada pelo Presbítero Jeferson de BH. Domino a noite o ultimo culto deste congresso. Na abertura Coop. Avelino conselheiro da mocidade, com varias participações nos louvores, a banda de sede, duplas, cantor Omar neris, e muitos outros louvando a Deus. O vocal louvou a Deus com lindos hinos, o grupo de jovens, cantou junto com a igreja o hino oficial do congresso. Depois da palavra do Pastor Sidinei dirigente da sede, tivemos também a palavra de nosso Pastor Presidente Pastor Ademar Alves Lacerda, o qual expressou sua grande alegria pela realização deste congresso, a mensagem de enceramento do mesmo fora trazida pelo Pastor Ângelo Fernandes, na qual Deus falara poderosamente com a igreja presente, finalizamos esta congresso com um numero ainda maior de participantes, de tal modo que não tivemos lugares suficientes para acomodar todos os que estiveram presente no domingo a noite, fora um trabalho muito lindo que nos faltam palavras para expressar tudo quanto sentimos nestes dias de congratulações jovens aqui em Curitiba. Reconheço a cooperação e compreensão dos dirigentes de Curitiba e regiões que estiveram em massa para este trabalho, foram varias caravanas da grande Curitiba, aos responsáveis e dirigentes, expresso aqui minhas considerações, pelo esforço feito, para uma participação maciça de suas igrejas. Terminando esta postagem, não posso deixo minhas felicitações aos idealizadores deste trabalho, Pastor Sidinei com sal esposa que coordenam este grande grupo de jovens. Coop. Maycon Beviláqua, que responde pelos louvores, coordenando a musica, trabalhando para que tudo saia na mais perfeita ordem para glória de Deus, a todos que trabalharam, cooperaram de uma forma ou de outra para realização deste congresso recebam minhas felicitações pele trabalho prestado. Que mais posso dizer? Foi lindo demais, os comentários já ouvidos, vem somar se com estas poucas, simples, mas sinceras palavras, escritas por mim neste blog.Parabéns Mocidade, e seus conselheiros, coordenadores, e todos que integram este grupo de jovens corajosos e valentes, sigam em frente. Se não tiverem o reconhecimento e compreensão do homem pelo vosso trabalho saibam que diante de Deus nada é esquecido! O vosso trabalho no Senhor terá uma recompensa, um grande abraço, a todos. Parabéns.
22 de setembro de 2009
19 de setembro de 2009
A CARIDADE E A POBREZA MATERIAL E ESPIRITUAL

Tanto a pobreza evangélica como a caridade cristã estão intimamente relacionadas com a realidade social. Fala-se muito da pobreza espiritual inspirada no Sermão da Montanha onde Jesus diz que são felizes os pobres de espírito. Mas, além dessa pobreza, a qual são "bem aventurados" aqueles que a possuem, tem-se aquela relacionada ao social: a pobreza material. Essa leva muitos pobres mendigar por um pedaço de pão, uma moradia e até mesmo por vestes. Eles esperam, infatigavelmente, que, pela caridade cristã os homens de boa vontade se movam de compaixão por eles e lhes façam uma caridade material – tirando-os da indigência e dando-lhes uma vide digna semelhante aos demais.
A caridade cristã tem como dever a promoção da vida e dignidade do ser humano em todas as suas esferas, seja no campo espiritual como também no material. Deste modo, este trabalho tem como objetivo olhar o homem na sua totalidade, baseando, claro, na Doutrina Social da Igreja, nos documentos da Igreja e nos pensadores e teólogos.
Partindo de uma abordagem social da pobreza e da caridade, deter-se-á na questão "periferia". Aliás, o tema é apresentado como campo de atualização da caridade no intuito de superação da pobreza que tanto assola os miseráveis que vivem nas periferias das grandes cidades. Para tanto, faz-se necessário trilhar um caminho, o qual analisa a caridade e o problema da pobreza, por um lado, e a periferia, de outro. Nem todos os que vivem nas periferias das grandes cidades são pobres e miseráveis. A desigualdade social está estampada em todos os lugares.
Em síntese, a caridade será enxergada a partir do trabalho, o qual dignifica qualquer pobre que luta com o drama da pobreza, visceralmente, na periferia, onde o problema da pobreza torna-se o problema do próprio homem. Muito que ali vivem desempregados, não é por serem preguiçosos, são causas adversas, que serão superadas por eles somente com, o estender de uma mão amiga para levantá-los.
1. A CARIDADE E O PROBLEMA DA POBREZA
A caridade cristã, enquanto virtude teologal, está pautada sobre o amor pelo menos favorecido, o qual se encontra impossibilitado de condições mínimas para a sua própria sobrevivência. Faltando o mínimo necessário para abonar a sobrevivência, a pessoa é despejada, quase sem se dar conta, a uma pobreza que, quando não é miséria, beira-a. O reflexo maior de tudo isso se dará nas periferias, onde os homens são tratados, na maioria das vezes, pelos políticos, como um delinqüente que está ali, à margem da sociedade, para nada mais que aprender o caminho da criminalidade.
1. 1 A caridade a partir do trabalho
A caridade deve ser exercida sem levar em conta a classe social a qual o indivíduo se encontra. Ela não contempla classe, senão que visa o próprio indivíduo, ser humano que carrega em si a imagem e semelhança do seu Criador. Por outro lado, a caridade abarca toda pessoa. Isso, contudo, seja observada às pessoas que mais necessita de recebê-la. Tendo em vista o pobre que na maioria das vezes é desprovido das coisas mais elementares para si viver com dignidade.
Entretanto, a dignidade do pobre não se retomará somente pelo fato dele receber o ato caritativo, senão quando ele próprio se coloca na dinâmica do trabalho digno.
Trabalho ao invés de pão
Trabalho dá dignidade
Trabalho faz crescer...
Vamos trabalhar
Vamos crescer
Vamos ser livres
Vamos "fazer" ao invés de ganhar...
Trabalho faz crescer
Vamos a revolução
Trabalho ao invés de pão
Vamos procurar a libertação.
O trabalho faz com que o pobre tenha um reconhecimento contínuo de sua dignidade frente ao seu próprio serviço. Com o trabalho, o fato caritativo se torna mais visível à conduta do indivíduo, porque o homem poderá prestar seu próprio gesto de caridade: exercendo bem o seu labor diário.
O Catecismo da Igreja Católica diz que "O amor aos pobres é também um dos motivos do dever de trabalhar, 'para se ter o que partilhar com quem tiver necessidade'" (Ef 4, 28)[1]. Isso, claro, quando consegue emprego e não é descriminado por sua classe social.
Um jovem pobre que em ritmo gradual se insere no mercado de trabalho pela exclusão, a chamada informalidade da economia. Suponhamos que esse jovem trabalhe como camelô e, ao tentar se inserir no mercado de trabalho formal sofra preconceitos por ser morador de favela.
A conseqüência imediata do trabalho como caridade é a expressão do amor entre os homens: aquele que oferece o trabalho manifesta a caridade para o outro pelo próprio fato de conceder-lhe trabalho e aquele que tem a possibilidade de exercer alguma atividade também faz sua caridade porque deve ser submisso à quem lhe ofereceu o trabalho, pela gratuidade do próprio trabalho. Ou seja, tanto quem oferece o trabalho como quem recebe são beneficiário.
Assim, "a caridade é amor recebido e dado; é recíproco entre ambos, empregador e trabalhador..
1. 1. 1 A caridade iluminada por Deus
A caridade precisa formar no homem a grandeza de Deus na sua vida. Quando isso acontece o sentido caritativo não será simplesmente para aliviar o outro de suas necessidades naturais, mas dá-lhe a possibilidade em reconhecer que além de suas fadigas cotidianas existe, na sua vida, a presença de um outro que é totalmente Outro, que é Deus o qual o criou para lhe dar glória em sua vida laboriosa. Isaias, contudo, vê o pobre como aquele quem deve recepcionar a caridade quando diz que
"Sabeis qual é o jejum que eu aprecio? - diz o Senhor Deus: É romper as cadeias injustas, desatar as cordas do jugo, mandar embora livres os oprimidos, e quebrar toda espécie de jugo. É repartir seu alimento com o esfaimado, dar abrigo aos infelizes sem asilo, vestir os maltrapilhos, em lugar de desviar-se de seu semelhante" (cf. 58, 6-7).
O reconhecimento do outro em sua necessidade faz com que a pessoa se move em sua direção tentando amenizar a sua dor. Porque a caridade é gratuita como nos ensina são Lucas na parábola do Bom Samaritano:
"Mas um samaritano que viajava, chegando àquele lugar, viu-o e moveu-se de compaixão. Aproximando-se, atou-lhe as feridas, deitando nelas azeite e vinho; colocou-o sobre a sua própria montaria e levou-o a uma hospedaria e tratou dele. No dia seguinte, tirou dois denários e deu-os ao hospedeiro, dizendo-lhe: Trata dele e, quanto gastares a mais, na volta to pagarei." (cf. 10, 33-35).
1. 2 O drama da pobreza
A pobreza está ligada a diversos fatores. Fatores esses, os quais permeiam o atuar humano. Tais como: falta de emprego, moradia, educação, política acessível que vise o social, o religioso e a cultura etc.
No aspecto religioso a pobreza toma uma forma diferente de todas as outras esferas, ao passo que ela se contrapõe a riqueza.
As vantagens do pobre em relação ao rico é que tem maior facilidade para abrir seu coração à mensagem evangélica. A conversão do rico é possível sempre e quando viva desprendido do material... O que rechaça Jesus da riqueza é a atitude de confiança que o homem põe nela e a maneira em que se usa (Lc 12, 16-21)[5].
De outro modo, a pobreza implica a falta de oportunidades, de uns, e o acúmulo de riquezas, de uns a necessidade de outros.
A superação da pobreza não está meramente no fato de dar esmola. Ela passa, antes, por uma moderação das riquezas por parte de quem tem o poder, visto que essa está em detrimento da pobreza. Todavia, "O amor aos pobres é incompatível com o amor imoderado das riquezas ou o uso egoísta delas.
"Seres humanos 'de segunda classe' nos observam: estamos satisfeitos com a nossa vida, mas com medo e inseguros diante da 'subversão da pobreza' que surge a partir daqueles que não aceitam morrer sem antes lutar pela sobrevivência numa sociedade globalizada que, antes de gerar empregos, não aceita a evidência que cada emprego sacrificado significa uma família condenada à morte.
O drama da pobreza está não no pobre, porque Jesus nos ensina no "discurso evangélico" dizendo: "Bem aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino de Deus". Jesus, que 'embora sendo rico, se tornou pobre' (2Cor 8, 9) para a salvação dos homens... chegando até a consumir uma grande parte da sua vida em trabalho mercenário: 'Não é ele o carpinteiro, filho de Maria?'" (RN, 15). Então, onde está o drama da pobreza?
O seu drama, todavia, se esbarra na riqueza que nem sempre é bem distribuída aos infelizes "de segunda classe.
1. 3 A caridade e a pobreza
A caridade e, igualmente, a pobreza estão ligadas ao dever de justiça humana. Dar aos pobres o supérfluo é um dever bíblico: "Do supérfluo dai esmolas" (Lc 11,4).
A caridade é um comprometer-se constantemente com o outro. Esse que sofre as mazelas da vida e também é uma forma de reconhecer que no outro se encontra uma parcela do meu ser enquanto humanidade. A caridade, entretanto, fará seu papel em ser uma elevadora de valores entre as pessoas, ao passo que se esforça para ver no sofrimento do próximo seu próprio "eu" refletido. Porque "a caridade constrói" (1Cor 8,1).
Deste modo, a caridade leva os homens a olhar a pobreza e tenta lhe dar uma dignidade de conselho evangélico.
A pobreza evangélica é por vezes objeto de comentários cínicos da parte tanto de indigentes como de pessoas ricas. Acusam-se os cristãos de querer perpetuar a pobreza. Tal desprezo pela pobreza seria deveras diabólico. A característica do demônio (cf. Mt 4) consiste em opor-se à vontade de Deus fazendo referência à Sua Palavra.
A caridade, portanto, sempre será uma das características sublimes que os homens de todas as épocas deverão cultivar frente à realidade da pobreza, sem tirar de ambas suas cômodas peculiaridades, as quais estão inscritas em cada uma. Com efeito, "A liberação interior produzido pelo espírito da pobreza evangélica nos faz mais sensíveis e mais idôneos.
Deste modo, a caridade e a pobreza devem andar juntas, principalmente onde a pobreza se faz notar com mais força como nas periferias das grades cidade.
2. A PERIFERIA
Quando se fala em periferia logo vem-nos à mente pobreza, fome, miséria, tráficos de drogas, criminalidades, prostituições, educação precária, falta de religião, pessoas vivendo como animais irracionais em casinhas sobre o morro construídas com restos de materiais e ect. Como também é possível pensar em homens e mulheres que estão continuamente precisando da caridade de outrem para amenizar a sua pobreza. Mas aqui vem uma pergunta: a caridade, portanto, não poderá ser exercitada entre os homens da periferia porque eles são, na maioria das vezes, pobres?
2. 1 A caridade na periferia
A caridade, como foi exposto anteriormente, deve ser exercida sem levar em conta a classe social a qual o indivíduo se encontra. Ela deve se fazer presente sempre que houver um ser humano necessitado. Ela, portanto, é um mandato que "alcança todas as dimensões da existência, todas as pessoas, todos os ambientes da convivência e todos os povos. Nada do humano pode lhe parecer estranho..
Mas se tratando da caridade na periferia, é preciso, antes de tudo, levar em consideração o meio que envolve o cidadão, pois ele está inserido "Nessa multidão de pobres e miseráveis... de antigas e novas pobrezas... não se trata simplesmente de pobreza, mas de algo novo: da exclusão social[13]". "Com ela a pertença à sociedade na qual se vive fica afetada na raiz, pois já não está abaixo, na periferia ou sem poder, mas está fora. Os excluídos não são somente 'explorados', mas 'supérfluos' e 'descartáveis.
"As periferias urbanas são reservatórios de muita violência, que atinge também todos os setores da sociedade. É o conjunto da qualidade de vida e a nossa 'humanidade' mesma, como seres humanos, que são atacadas e ameaçadas de destruição progressiva.
É por estes motivos que se precisa realizar uma caridade que parte do próprio meio sabendo de tudo que implica a "questão periferia", visando a superação das barreiras que impedem o homem de ser caridoso para com quem precise dele.
A caridade que se pratica ao pobre é aquela que enxerga nele o Cristo. Por isso, na periferia também se deve praticar a caridade, pois lá, em cada rosto sofrido, se estampa o olhar de Jesus. Esse, que "Declara bem aventurados os pobres não por olhar a pobreza como virtude mas porque, sendo ela fruto de relações injustas entre os homens, provoca a intervenção do Rei cuja primeira função é fazer justiça ao pobre e defender o fraco em seu direito
Assim, "quando somos animados pela caridade de Cristo, nós conhecemos os laços que nos unem aos outros, e sentimos como próprias as necessidades, os sofrimentos e as alegrias alheias.
2. 2 A pobreza na periferi
A pobreza que emerge da periferia é uma pobreza que vai além do simples fato de não ter recursos materiais, pois abarca o indivíduo no seu todo. Ela, todavia, "Pelo fato de ser produzida... na periferia... não se torna nem melhor nem pior.
Contudo, a ocorrência de não ter o necessário para a sobrevivência e necessitar sempre da caridade do outro, o homem da periferia fica à margem dela própria. Pois, dentro da periferia mesma existem homens influentes que portam como dominadores dos pobres. Tornando-os como mercadorias: "Porque vendem o justo por dinheiro, e o pobre por um par de sandálias, porque esmaga no pó da terra a cabeça do pobre, e transviam os pequenos" (Am 2,6-7).
2. 2. 1 A pobreza é um problema?
Ela não vem por vontade de alguém,porem nossa desigualdade social [é muito acentuada,ficamos felizes ao ver que nossos governantes tendo um poço mais de sensibilidade a esta questão, existe solução para isto sim.
a)a pobreza espiritual e
b)a pobreza material
Ao olhar para a pobreza espiritual ninguém pode negar o que Jesus ensinou: "Bem aventurados os pobres em espírito" (Mt 5,3). No entanto, "A pobreza evangélica é por vezes objeto de comentários cínicos da parte tanto de indigentes como de pessoas ricas. Por outro lado, a pobreza material é, por sua vez, um drama na vida de tantas pessoas "ainda que a prática da caridade não se reduz à esmola, mas implique a atenção à dimensão social e política do problema da pobreza.
O problema da miséria [e da pobreza], segundo se resolverá graças a quadros profissionais próximos à população, conscientes de seu papel e dos sacrifícios a serem assumidos. Porém, que todos os cidadãos "Impunha-se efetuar um discurso, um diálogo, uma 'aliança' – no sentido espiritual e político – entre os teólogos militando na periferia, diretamente entre eles mesmos, sem ser divididos pela presença, problemática, interesses. das pessoas para tratarem a questão. Isso porque "O Brasil é um país dotado de muitos recursos naturais e quantidades humanas. Mas grande parte da população vive na pobreza ou miséria, vítima da armadilha da dívida.
CONCLUSÃO
O homem por ser um ser social está sempre superando suas próprias necessidades. Ele faz isso a partir de vários focos, os quais estão estritamente relacionados ao seu agir frente às necessidades materiais mesmas dos outro. Através do agir o homem procura superar a grande desigualdade que ainda existe entre os moradores dos grandes centros urbanos com aqueles que vivem nas periferias mendigando a sua própria sobrevivência, isso ele o faz quando exerce a caridade para com aquele que "mais precisa", aliviando, assim, a pobreza do infeliz.
A caridade que se tratou neste trabalho foi aquela que se faz pelo que "mais precisa". É uma caridade que tanto quem a exerce e tanto quem a recebe. São beneficiados.
Quem dá esmola faz sua caridade no próprio ato em dar a esmola; e quem a recebe também exerce um ato de caridade por dois fatos: o primeiro porque deixa o outro fazer sua caridade, na medida em que é o recepto, e, o segundo ponto porque deixa vencer pela própria necessidade tendo que aceitar o ato misericordioso.
Contudo, a caridade sendo enxergada deste modo não privilegia classe, senão que privilegia os necessitados; os pobres que sofres as conseqüências dos acúmulos de riquezas da parte dos ricos. Ela, com efeito, é gratuita e torna-se uma categoria de sobrevivência para uma elevadíssima quantidade de seres humanos que vivem na mais alta miséria nas periferias do nosso país.
Assim, a caridade e o problema da pobreza na periferia estão ligadas à falta, também, de recursos que possibilitam a sobrevivência, mas que não exclui a grande responsabilidade que o homem, no geral, e o religioso, em particular, tem para com quem sofre. Isso porque quando se ajuda alguém é o próprio Cristo que, na pessoa do sofredor, está sendo ajudado como diz, convenientemente, Jesus no Evangelho de São Mateus: "todas as vezes que deixastes de fazer isso (saciar a fome, a sede, dar moradia ao peregrino, vestir o nu, cuidar do enfermo) a um destes pequeninos, foi a mim que o deixastes de fazer. Espero que esta postagem venha nos ajudar a entender a situação que vivem muitos seres humanos neste mundo cheio de desigualdade social. E nos ajudar a sermos um pouco mais humanos, para com nosso semelhante.um grande abraço a todos. Fonte web artigos. Com Adaptações.
A caridade cristã tem como dever a promoção da vida e dignidade do ser humano em todas as suas esferas, seja no campo espiritual como também no material. Deste modo, este trabalho tem como objetivo olhar o homem na sua totalidade, baseando, claro, na Doutrina Social da Igreja, nos documentos da Igreja e nos pensadores e teólogos.
Partindo de uma abordagem social da pobreza e da caridade, deter-se-á na questão "periferia". Aliás, o tema é apresentado como campo de atualização da caridade no intuito de superação da pobreza que tanto assola os miseráveis que vivem nas periferias das grandes cidades. Para tanto, faz-se necessário trilhar um caminho, o qual analisa a caridade e o problema da pobreza, por um lado, e a periferia, de outro. Nem todos os que vivem nas periferias das grandes cidades são pobres e miseráveis. A desigualdade social está estampada em todos os lugares.
Em síntese, a caridade será enxergada a partir do trabalho, o qual dignifica qualquer pobre que luta com o drama da pobreza, visceralmente, na periferia, onde o problema da pobreza torna-se o problema do próprio homem. Muito que ali vivem desempregados, não é por serem preguiçosos, são causas adversas, que serão superadas por eles somente com, o estender de uma mão amiga para levantá-los.
1. A CARIDADE E O PROBLEMA DA POBREZA
A caridade cristã, enquanto virtude teologal, está pautada sobre o amor pelo menos favorecido, o qual se encontra impossibilitado de condições mínimas para a sua própria sobrevivência. Faltando o mínimo necessário para abonar a sobrevivência, a pessoa é despejada, quase sem se dar conta, a uma pobreza que, quando não é miséria, beira-a. O reflexo maior de tudo isso se dará nas periferias, onde os homens são tratados, na maioria das vezes, pelos políticos, como um delinqüente que está ali, à margem da sociedade, para nada mais que aprender o caminho da criminalidade.
1. 1 A caridade a partir do trabalho
A caridade deve ser exercida sem levar em conta a classe social a qual o indivíduo se encontra. Ela não contempla classe, senão que visa o próprio indivíduo, ser humano que carrega em si a imagem e semelhança do seu Criador. Por outro lado, a caridade abarca toda pessoa. Isso, contudo, seja observada às pessoas que mais necessita de recebê-la. Tendo em vista o pobre que na maioria das vezes é desprovido das coisas mais elementares para si viver com dignidade.
Entretanto, a dignidade do pobre não se retomará somente pelo fato dele receber o ato caritativo, senão quando ele próprio se coloca na dinâmica do trabalho digno.
Trabalho ao invés de pão
Trabalho dá dignidade
Trabalho faz crescer...
Vamos trabalhar
Vamos crescer
Vamos ser livres
Vamos "fazer" ao invés de ganhar...
Trabalho faz crescer
Vamos a revolução
Trabalho ao invés de pão
Vamos procurar a libertação.
O trabalho faz com que o pobre tenha um reconhecimento contínuo de sua dignidade frente ao seu próprio serviço. Com o trabalho, o fato caritativo se torna mais visível à conduta do indivíduo, porque o homem poderá prestar seu próprio gesto de caridade: exercendo bem o seu labor diário.
O Catecismo da Igreja Católica diz que "O amor aos pobres é também um dos motivos do dever de trabalhar, 'para se ter o que partilhar com quem tiver necessidade'" (Ef 4, 28)[1]. Isso, claro, quando consegue emprego e não é descriminado por sua classe social.
Um jovem pobre que em ritmo gradual se insere no mercado de trabalho pela exclusão, a chamada informalidade da economia. Suponhamos que esse jovem trabalhe como camelô e, ao tentar se inserir no mercado de trabalho formal sofra preconceitos por ser morador de favela.
A conseqüência imediata do trabalho como caridade é a expressão do amor entre os homens: aquele que oferece o trabalho manifesta a caridade para o outro pelo próprio fato de conceder-lhe trabalho e aquele que tem a possibilidade de exercer alguma atividade também faz sua caridade porque deve ser submisso à quem lhe ofereceu o trabalho, pela gratuidade do próprio trabalho. Ou seja, tanto quem oferece o trabalho como quem recebe são beneficiário.
Assim, "a caridade é amor recebido e dado; é recíproco entre ambos, empregador e trabalhador..
1. 1. 1 A caridade iluminada por Deus
A caridade precisa formar no homem a grandeza de Deus na sua vida. Quando isso acontece o sentido caritativo não será simplesmente para aliviar o outro de suas necessidades naturais, mas dá-lhe a possibilidade em reconhecer que além de suas fadigas cotidianas existe, na sua vida, a presença de um outro que é totalmente Outro, que é Deus o qual o criou para lhe dar glória em sua vida laboriosa. Isaias, contudo, vê o pobre como aquele quem deve recepcionar a caridade quando diz que
"Sabeis qual é o jejum que eu aprecio? - diz o Senhor Deus: É romper as cadeias injustas, desatar as cordas do jugo, mandar embora livres os oprimidos, e quebrar toda espécie de jugo. É repartir seu alimento com o esfaimado, dar abrigo aos infelizes sem asilo, vestir os maltrapilhos, em lugar de desviar-se de seu semelhante" (cf. 58, 6-7).
O reconhecimento do outro em sua necessidade faz com que a pessoa se move em sua direção tentando amenizar a sua dor. Porque a caridade é gratuita como nos ensina são Lucas na parábola do Bom Samaritano:
"Mas um samaritano que viajava, chegando àquele lugar, viu-o e moveu-se de compaixão. Aproximando-se, atou-lhe as feridas, deitando nelas azeite e vinho; colocou-o sobre a sua própria montaria e levou-o a uma hospedaria e tratou dele. No dia seguinte, tirou dois denários e deu-os ao hospedeiro, dizendo-lhe: Trata dele e, quanto gastares a mais, na volta to pagarei." (cf. 10, 33-35).
1. 2 O drama da pobreza
A pobreza está ligada a diversos fatores. Fatores esses, os quais permeiam o atuar humano. Tais como: falta de emprego, moradia, educação, política acessível que vise o social, o religioso e a cultura etc.
No aspecto religioso a pobreza toma uma forma diferente de todas as outras esferas, ao passo que ela se contrapõe a riqueza.
As vantagens do pobre em relação ao rico é que tem maior facilidade para abrir seu coração à mensagem evangélica. A conversão do rico é possível sempre e quando viva desprendido do material... O que rechaça Jesus da riqueza é a atitude de confiança que o homem põe nela e a maneira em que se usa (Lc 12, 16-21)[5].
De outro modo, a pobreza implica a falta de oportunidades, de uns, e o acúmulo de riquezas, de uns a necessidade de outros.
A superação da pobreza não está meramente no fato de dar esmola. Ela passa, antes, por uma moderação das riquezas por parte de quem tem o poder, visto que essa está em detrimento da pobreza. Todavia, "O amor aos pobres é incompatível com o amor imoderado das riquezas ou o uso egoísta delas.
"Seres humanos 'de segunda classe' nos observam: estamos satisfeitos com a nossa vida, mas com medo e inseguros diante da 'subversão da pobreza' que surge a partir daqueles que não aceitam morrer sem antes lutar pela sobrevivência numa sociedade globalizada que, antes de gerar empregos, não aceita a evidência que cada emprego sacrificado significa uma família condenada à morte.
O drama da pobreza está não no pobre, porque Jesus nos ensina no "discurso evangélico" dizendo: "Bem aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino de Deus". Jesus, que 'embora sendo rico, se tornou pobre' (2Cor 8, 9) para a salvação dos homens... chegando até a consumir uma grande parte da sua vida em trabalho mercenário: 'Não é ele o carpinteiro, filho de Maria?'" (RN, 15). Então, onde está o drama da pobreza?
O seu drama, todavia, se esbarra na riqueza que nem sempre é bem distribuída aos infelizes "de segunda classe.
1. 3 A caridade e a pobreza
A caridade e, igualmente, a pobreza estão ligadas ao dever de justiça humana. Dar aos pobres o supérfluo é um dever bíblico: "Do supérfluo dai esmolas" (Lc 11,4).
A caridade é um comprometer-se constantemente com o outro. Esse que sofre as mazelas da vida e também é uma forma de reconhecer que no outro se encontra uma parcela do meu ser enquanto humanidade. A caridade, entretanto, fará seu papel em ser uma elevadora de valores entre as pessoas, ao passo que se esforça para ver no sofrimento do próximo seu próprio "eu" refletido. Porque "a caridade constrói" (1Cor 8,1).
Deste modo, a caridade leva os homens a olhar a pobreza e tenta lhe dar uma dignidade de conselho evangélico.
A pobreza evangélica é por vezes objeto de comentários cínicos da parte tanto de indigentes como de pessoas ricas. Acusam-se os cristãos de querer perpetuar a pobreza. Tal desprezo pela pobreza seria deveras diabólico. A característica do demônio (cf. Mt 4) consiste em opor-se à vontade de Deus fazendo referência à Sua Palavra.
A caridade, portanto, sempre será uma das características sublimes que os homens de todas as épocas deverão cultivar frente à realidade da pobreza, sem tirar de ambas suas cômodas peculiaridades, as quais estão inscritas em cada uma. Com efeito, "A liberação interior produzido pelo espírito da pobreza evangélica nos faz mais sensíveis e mais idôneos.
Deste modo, a caridade e a pobreza devem andar juntas, principalmente onde a pobreza se faz notar com mais força como nas periferias das grades cidade.
2. A PERIFERIA
Quando se fala em periferia logo vem-nos à mente pobreza, fome, miséria, tráficos de drogas, criminalidades, prostituições, educação precária, falta de religião, pessoas vivendo como animais irracionais em casinhas sobre o morro construídas com restos de materiais e ect. Como também é possível pensar em homens e mulheres que estão continuamente precisando da caridade de outrem para amenizar a sua pobreza. Mas aqui vem uma pergunta: a caridade, portanto, não poderá ser exercitada entre os homens da periferia porque eles são, na maioria das vezes, pobres?
2. 1 A caridade na periferia
A caridade, como foi exposto anteriormente, deve ser exercida sem levar em conta a classe social a qual o indivíduo se encontra. Ela deve se fazer presente sempre que houver um ser humano necessitado. Ela, portanto, é um mandato que "alcança todas as dimensões da existência, todas as pessoas, todos os ambientes da convivência e todos os povos. Nada do humano pode lhe parecer estranho..
Mas se tratando da caridade na periferia, é preciso, antes de tudo, levar em consideração o meio que envolve o cidadão, pois ele está inserido "Nessa multidão de pobres e miseráveis... de antigas e novas pobrezas... não se trata simplesmente de pobreza, mas de algo novo: da exclusão social[13]". "Com ela a pertença à sociedade na qual se vive fica afetada na raiz, pois já não está abaixo, na periferia ou sem poder, mas está fora. Os excluídos não são somente 'explorados', mas 'supérfluos' e 'descartáveis.
"As periferias urbanas são reservatórios de muita violência, que atinge também todos os setores da sociedade. É o conjunto da qualidade de vida e a nossa 'humanidade' mesma, como seres humanos, que são atacadas e ameaçadas de destruição progressiva.
É por estes motivos que se precisa realizar uma caridade que parte do próprio meio sabendo de tudo que implica a "questão periferia", visando a superação das barreiras que impedem o homem de ser caridoso para com quem precise dele.
A caridade que se pratica ao pobre é aquela que enxerga nele o Cristo. Por isso, na periferia também se deve praticar a caridade, pois lá, em cada rosto sofrido, se estampa o olhar de Jesus. Esse, que "Declara bem aventurados os pobres não por olhar a pobreza como virtude mas porque, sendo ela fruto de relações injustas entre os homens, provoca a intervenção do Rei cuja primeira função é fazer justiça ao pobre e defender o fraco em seu direito
Assim, "quando somos animados pela caridade de Cristo, nós conhecemos os laços que nos unem aos outros, e sentimos como próprias as necessidades, os sofrimentos e as alegrias alheias.
2. 2 A pobreza na periferi
A pobreza que emerge da periferia é uma pobreza que vai além do simples fato de não ter recursos materiais, pois abarca o indivíduo no seu todo. Ela, todavia, "Pelo fato de ser produzida... na periferia... não se torna nem melhor nem pior.
Contudo, a ocorrência de não ter o necessário para a sobrevivência e necessitar sempre da caridade do outro, o homem da periferia fica à margem dela própria. Pois, dentro da periferia mesma existem homens influentes que portam como dominadores dos pobres. Tornando-os como mercadorias: "Porque vendem o justo por dinheiro, e o pobre por um par de sandálias, porque esmaga no pó da terra a cabeça do pobre, e transviam os pequenos" (Am 2,6-7).
2. 2. 1 A pobreza é um problema?
Ela não vem por vontade de alguém,porem nossa desigualdade social [é muito acentuada,ficamos felizes ao ver que nossos governantes tendo um poço mais de sensibilidade a esta questão, existe solução para isto sim.
a)a pobreza espiritual e
b)a pobreza material
Ao olhar para a pobreza espiritual ninguém pode negar o que Jesus ensinou: "Bem aventurados os pobres em espírito" (Mt 5,3). No entanto, "A pobreza evangélica é por vezes objeto de comentários cínicos da parte tanto de indigentes como de pessoas ricas. Por outro lado, a pobreza material é, por sua vez, um drama na vida de tantas pessoas "ainda que a prática da caridade não se reduz à esmola, mas implique a atenção à dimensão social e política do problema da pobreza.
O problema da miséria [e da pobreza], segundo se resolverá graças a quadros profissionais próximos à população, conscientes de seu papel e dos sacrifícios a serem assumidos. Porém, que todos os cidadãos "Impunha-se efetuar um discurso, um diálogo, uma 'aliança' – no sentido espiritual e político – entre os teólogos militando na periferia, diretamente entre eles mesmos, sem ser divididos pela presença, problemática, interesses. das pessoas para tratarem a questão. Isso porque "O Brasil é um país dotado de muitos recursos naturais e quantidades humanas. Mas grande parte da população vive na pobreza ou miséria, vítima da armadilha da dívida.
CONCLUSÃO
O homem por ser um ser social está sempre superando suas próprias necessidades. Ele faz isso a partir de vários focos, os quais estão estritamente relacionados ao seu agir frente às necessidades materiais mesmas dos outro. Através do agir o homem procura superar a grande desigualdade que ainda existe entre os moradores dos grandes centros urbanos com aqueles que vivem nas periferias mendigando a sua própria sobrevivência, isso ele o faz quando exerce a caridade para com aquele que "mais precisa", aliviando, assim, a pobreza do infeliz.
A caridade que se tratou neste trabalho foi aquela que se faz pelo que "mais precisa". É uma caridade que tanto quem a exerce e tanto quem a recebe. São beneficiados.
Quem dá esmola faz sua caridade no próprio ato em dar a esmola; e quem a recebe também exerce um ato de caridade por dois fatos: o primeiro porque deixa o outro fazer sua caridade, na medida em que é o recepto, e, o segundo ponto porque deixa vencer pela própria necessidade tendo que aceitar o ato misericordioso.
Contudo, a caridade sendo enxergada deste modo não privilegia classe, senão que privilegia os necessitados; os pobres que sofres as conseqüências dos acúmulos de riquezas da parte dos ricos. Ela, com efeito, é gratuita e torna-se uma categoria de sobrevivência para uma elevadíssima quantidade de seres humanos que vivem na mais alta miséria nas periferias do nosso país.
Assim, a caridade e o problema da pobreza na periferia estão ligadas à falta, também, de recursos que possibilitam a sobrevivência, mas que não exclui a grande responsabilidade que o homem, no geral, e o religioso, em particular, tem para com quem sofre. Isso porque quando se ajuda alguém é o próprio Cristo que, na pessoa do sofredor, está sendo ajudado como diz, convenientemente, Jesus no Evangelho de São Mateus: "todas as vezes que deixastes de fazer isso (saciar a fome, a sede, dar moradia ao peregrino, vestir o nu, cuidar do enfermo) a um destes pequeninos, foi a mim que o deixastes de fazer. Espero que esta postagem venha nos ajudar a entender a situação que vivem muitos seres humanos neste mundo cheio de desigualdade social. E nos ajudar a sermos um pouco mais humanos, para com nosso semelhante.um grande abraço a todos. Fonte web artigos. Com Adaptações.
16 de setembro de 2009
Neta bonita igual o avô

Porque que muitas coisas ruins acontecem para nós? A vida não é somente de coisas desagradáveis, também temos cosas que nos causam muitas alegrias, temos uma família, temos grandes amigos que sempre estão ao nosso lado quando precisamos de uma mão amiga para nos ajudar. Porem muitas vezes passamos por grandes decepções, aqueles que tanto confiamos, nos abandonam nos momentos que mais precisamos de um amigo. Porem os seres humanos tem suas falhas, faltas, ninguém de nós é perfeitos, porem, devemos fazer todo possível, de vivermos uma vida um pouco mais humana, lembro-me agora das palavras do Senhor Jesus, quem não se tornar como criança de modo nenhum entraremos no reino do céu! Quando olhamos para uma criança sentimos nela a verdadeira paz, que todo ser humano deveria ter! As noticias são estarrecedoras! Parece que não pode ser verdade? Mais é verdade, pessoas são assassinadas por coisas tão fúteis que não parece verdade. Nós temos uma palavra de consolo, eu estarei com vocês até a consumação do século, disse o Senhor Jesus. Então podemos confiar! E dizer como disse o apóstolo Paulo não temerei o que me possa fazer o homem! O Salmista Davi disse Deus é meu refugio e fortaleza e socorro bem presente na hora da angústia! Amigo internauta, eu não sei quais as tuas lutas e preocupações, talvez ao ler esta postagem estejas pensando o que fazer para sair delas? O meu conselho é entregue teus caminhos ao Senhor confia nele o mais tudo ele fará! Se já tens entregado, então é só confiar, esperar o tempo certo a vitória virá! Eu creio que esta pertinho o dia de sua vitória. Um grande abraço, a todos.
14 de setembro de 2009
Belissima viagem

.Boa noite amigos internautas é um grande prazer voltar a comunicar-me com vocês! Estive fora de Curitiba neste final de semana, juntamente com o PB. Jeremias e irmão Edir estivemos na cidade de Castro, e Ponta Grossa interior do Paraná, foi um final de semana muito lindo, na sexta sábado e domingo, em Castro encontramos com nosso querido irmão PB. Augusto, que esta fazendo um belíssimo trabalho na cidade de Castro, as igrejas super lotadas, muita gente participando dos cultos naquela cidade, domingo pela manhã tivemos o culto de santa ceia, depois uma reunião com os membros e obreiros e obreiras daquela região, encontrei ali um povo maravilhoso, servindo a Deus, e dispostos a trabalhar cada vez mais para o Senhor Jesus: o PB. Augusto esta de parabéns pelos companheiros que ele tem naquela igreja, depois do culto da tarde viajamos para cidade de Ponta Grossa, participamos a noite de um grande culto, a igreja estava repleta, com muitos visitantes, vários novos membros entraram em comunhão no culto de Santa ceia, após o culto retornamos para Curitiba encontrar nosso família, graças a Deus encontramos todos bem e felizes servindo ao Senhor. Um grande abraço a todos e estamos preparados para próxima viagem.
10 de setembro de 2009
Qual a sua posição?

Às vezes acontecem coisas em nossas vidas coisas que jamais esperaríamos acontecer conosco. Quase sempre eles nos pegam de surpresa, como seria bom se estivéssemos preparados para acontecimentos inesperados: Porem o problema de nós seres humanos, que sempre esperamos para última hora, vamos sempre protelando para depois, e às vezes o depois é tarde demais, quando lemos o livro de Jô, podemos ver que ele temia os acontecimentos porem ele não estava devidamente preparado para enfrentar tal situação, e por esta causa ele amaldiçoou o dia em que ele nasceu,dizendo, maldito o dia em que nasci, maldito o dia em que se disse nasceu um homem, Não haja luz neste dia, seja riscando do livro para sempre, porem com um pouco de meditação ele recobrou sua fé e disse, Deus deu e Deus tirou louvado seja o nome do Senhor! São exemplos importantes para nosso dia a dia. Eu li sobre um casal que amavam muito seu único filho esperavam muito dele, pois ainda uma criança de cinco anos de idade, o pai via nele um grande advogado, um homem de destaque na sociedade, desde pequeno já estudava nas melhores escolas particulares, pois investiam tudo em seu único filho. Quando ele levantava pela manhã tudo já estava preparado para ele, certa manhã ele demorou muito para levantar, e sua mãe foi chamá-lo para levantar, quando o - tocou ele estava gelado, pois havia morrido naquela noite! Os médicos não encontraram a causa da morte, porém ele morreu; Um amigo foi visitá-los, eles estavam inconsoláveis, diziam como pode ter acontecido isto, justamente com nosso filho, olhavam as fotos, um lindo menino cheio de saúde, porem estava morto, olhavam vídeos, com ele gravados em plena saúde, foram muitas perguntas que jamais tiveram resposta, por quê? Por quê? Por quê? Talvez ao ler esta postagem, você esteja fazendo alguma pergunta? A resposta talvez nunca venha por um ser humano, porem o tempo um dia Dara a resposta de sua pergunta! Existem acontecimentos em nossas vidas, que só Deus pode dar a resposta para nós, por isto devemos ficar tranqüilos, um dia teremos as respostas de nossas perguntas, devemos ser pacientes e esperar! Muitas lutas que nos acontecem, são preparativos para um futuro de vitórias que nos espera, talvez espere o reconhecimento por seu trabalho prestado com tanta responsabilidade, parece que os chefes não estão vendo o que você esta fazendo, e você pergunta, por quê? Outros são promovidos e você não, por quê? Tenha paciência, o amanhã terás a verdadeira resposta de suas perguntas, talvez tenha sonhos que ainda não se cumpriram, Lembra de José? Os sonhos o levaram para o Egito, para prisão, porem ele continuou crendo nas promessas de Deus, e chegou o dia que seu sonho se cumpriu! Então espere tenhas paciência, um dia teus sonhos se tornarão realidade, não tome decisão precipitada, ela poderá impedir o cumprimento de teus sonhos, espere na posição que Deus te colocou, ele é fiel para cumprir suas promessas em sua vida! Deixa que critiquem deixa que zombem de ti, baixe sua cabeça e fique calado: O mundo é uma gangorra, para um subir o outro terá que descer se estiveres em baixo um dia subirás, se estiveres em cima cuidado um dia poderás descer, se isto acontecer tenhas a humildade de aceitar sua posição, José desceu há prisão, para de lá subir para o trono e governar, parecia para ele que estava esquecido, porem não era isto, ele estava apenas preparando-se para governar, contente-se pela posição que esta hoje, pois o amanhã, Deus poderá colocá-lo em sua devida posição, Fique tranqüilo, Juntos nos alegraremos pela sua vitória! Um grande abraço a todos vocês.
9 de setembro de 2009
Um bom exemplo

"Quem subirá ao monte do Senhor, ou quem estará no seu lugar santo? Aquele que é limpo de mãos e puro de coração" (Salmos 24:3, 4)Susana Wesley foi uma das grandes mães da história. Um dia, uma de suas filhas quis fazer algo que, embora não muito ruim, não era correto. Ao tentar demonstrar à filha que seu desejo não era bom, sentiu que a mesma não ficou plenamente convencida. Mais tarde, Susana e a filha sentaram-se perto da lareira que, naquele momento, estava apagada. Virando-se para a filha, e apontando para o local do fogo, disse:"Pegue aquele pedaço de carvão que está bem em cima." "Eu não quero, mamãe," respondeu a menina. "Pode pegar," continuou a mãe, "o fogo está apagado, não queimará você.""Eu sei que não me queimará, " respondeu a filha, "mas minha mão ficará enegrecida.""Exatamente," disse Susana Wesley. "Aquele prazer não lhe queimará, mas enegrecerá você. Deixe-o para lá."Enganamo-nos quando pensamos que certas coisas são muito pequenas para causar algum dano à nossa vida. Achamos que uma pequena dose de bebida não nos deixará embriagados, que uma única aposta não nos transformará em viciados no jogo, que uma pequena mentirinha não nos trará problema algum.Mas é claro que estamos equivocados. O alcoólatra começou com um pequeno copo, o drogado com uma pequena experiência ou curiosidade sem importância, o mexeriqueiro com um simples comentário. Toda escada tem um primeiro degrau a subir.Deixemos de lado tudo aquilo que, mesmo aparentemente insignificantes, possam de alguma forma manchar a nossa expectativa de uma vida plena e vitoriosa. Peçamos a orientação de Deus em cada passo a seguir, para que nada interfira em nossa busca da verdadeira alegria e bênçãos que só o Senhor pode nos dar.Mantenha suas mãos limpas e seu coração puro. Assim Deus será glorificado em todas as suas atitudes.
8 de setembro de 2009
Para namorados e noivos, apaixonados

Oito diferenças entre o verdadeiro amor e a paixão carnal
1Cor 13:4-8: “O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece . Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor nunca falha...”
1a Diferença – O que mais a atrai na outra pessoa?
PAIXÃO – O que mais me atrai e desde o início me atraiu foram os seus olhos. Logo ao primeiro olhar eu já percebi que aquele seria definitivamente o “homem da minha vida”. Você sabe o que é uma pessoa ter certeza de alguma coisa? Pois é , isto aconteceu comigo logo que olhei para ele da 1a vez. Além de seus lindos olhos azuis, ele tem um rosto que é belo e um corpo musculoso, malhado, bronzeado que nunca vi igual! Sabe de uma coisa? Eu estou perdidamente apaixonada!
COMENTÁRIO – Quando só existe paixão, a pessoa só vê no outro um rosto bonito, um corpo bem feito, um andar atraente ... “Não importa se ele é vazio no seu interior, se é descrente ... o que importa é que o amo e faço loucuras por ele!” Para as pessoas que estão apaixonadas o exterior é o que está valendo naquele momento e o que a pessoa realmente é, isto é, o seu interior fica em segundo plano.
AMOR – O que mais me atrai na pessoa que realmente amo é o seu caráter. Eu o amo pelo que ele é, pela beleza do seu interior, pelos momentos que passamos juntos compartilhando nossas alegrias, tristezas e nosso futuro. Eu o amo porque ele ama o Deus que eu amo e juntos caminhamos fazendo a Sua vontade em nossas vidas.
COMENTÁRIO – O verdadeiro amor não vê apenas o rosto, não vê apenas o corpo mas vê a pessoa com toda sua autenticidade, sinceridade e beleza interior. A atração existe mas é apenas um dos aspectos da pessoa que o atrai. O amor vê o físico mas vê também o interior da pessoa que ama.
2a Diferença – Que características existem na outra pessoa que a atraem?
PAIXÃO – Fica até difícil de enumerá-las, pois para mim ele é o homem perfeito! Mas vejamos o que eu posso enumerar:
1) rosto lindo;
2) olhos azuis;
3) corpo malhado, musculoso (perfeito!);
4) o seu andar;
5) sua maneira de bocejar...
Além destas, existem um sem número de outras características que me deixam muito, muito e muito APAIXONADA!
COMENTÁRIO – A paixão não vê a alma mas apenas o físico. A pessoa pode ficar “apaixonada” pelo andar , pelo sorriso, pela maneira de falar, sem olhar para o que realmente a pessoa é.
AMOR – Para eu conhecer as verdadeiras características do meu namorado, precisei conhecê-lo aos poucos durante muitos meses. Hoje posso dizer que o amo e o admiro pelo que ele realmente é: um homem de Deus que tem seu defeitos mas que tem uma beleza interior que me dá a certeza que ele é o rapaz que Deus escolheu para ser meu futuro marido. Ele é carinhoso, meigo, terno, fiel, bom filho, bom irmão, bom amigo, bom aluno e acima de tudo um namorado que me ama e que amo de todo o meu coração.
COMENTÁRIO – O amor verdadeiro vê a alma do outro. A pessoa ama seu namorado pelo que ele realmente é; pela sua maneira autêntica de ser; pela maneira como trata seus pais, as crianças, os animais; pela maneira como a trata; pelo seu caráter, atitudes e opiniões.
3a Diferença – Como tudo começou?
PAIXÃO – Da maneira mais romântica que você possa imaginar! Estávamos sentados na areia da praia – eu, alguns amigos e amigas e... ele. Era uma noite de luar e cantávamos ao som de um violão. Ele estava sentado ao meu lado e me olhou como ninguém jamais me olhou antes. Amei-o no 1o momento!!! Foi “amor” à primeira vista!
COMENTÁRIO – A paixão começa muitas vezes logo no 1o encontro. É “paixão” à primeira vista! Não se pode dizer que é “amor” à primeira vista, pois o verdadeiro amor surge com o tempo. Algumas vezes, ouvimos jovens dizerem: “Um simples olhar foi bastante para eu ficar apaixonado. Mesmo sem saber nada dele, já sinto que nasceu para mim!” Isto é paixão.
AMOR – Tudo começou depois de um longo período de amizade. Éramos apenas bons amigos, pois estudávamos juntos. Fazíamos piqueniques, viagens e vários tipos de passeios juntos com nossa turma do colégio. Ele era um amigo bem íntimo, pois sempre que havia teste escolar, ele ia à minha casa para estudarmos juntos. Pouco a pouco fomos sentindo que tínhamos nascido um para o outro e então decidimos namorar. Sempre o admirei mas precisei de tempo para descobrir que realmente o amava.
COMENTÁRIO- O amor é algo mais amadurecido. Leva tempo! Muitas vezes, começa com uma amizade, sem namoro. Com o passar do tempo, os dois descobrem que se amam e que não podem viver um sem o outro. Neste caso, o amor foi surgindo aos poucos. Ambos tiveram tempo de se conhecer, ver as boas e más características que cada um possuía. Quando resolveram namorar já sabiam que poderiam enfrentar juntos os bons e maus momentos da vida. Um “namoro demorado” é bem melhor do que um “namoro relâmpago”. Não tenha pressa para se casar!
4a Diferença – No seu namoro, é estável o interesse mútuo?
PAIXÃO – Bem, na verdade é difícil termos os mesmos interesses. Às vezes, eu o encontro bem humorado mas, outras vezes, ele muda como se fosse outra pessoa. Tentamos combinar os passeios, reuniões, ... mas nem sempre tudo dá certo. Ele é um pouco instável e faz com que nosso namoro não seja estável mas mesmo assim eu o amo muito e sei que ele nasceu para mim.
COMENTÁRIO – Na paixão, o interesse não é estável. Hoje, o interesse do namorado pode estar em alta e tudo vai às mil maravilhas mas amanhã pode estar em baixa e tudo muda. Não há firmeza no interesse mútuo. Na paixão, a relação é superficial, não tem firmeza.
AMOR – Sim, sempre nossos interesses são firmes e constantes. Posso dizer que, no nosso namoro, o interesse mútuo é estável.
COMENTÁRIO – O verdadeiro amor é como a plantinha que está crescendo lentamente em terra fértil e cujas raízes são profundas.
No amor, os sentimentos são constantes, firmes e sinceros.
5a Diferença – De que maneira o seu namoro está afetando a sua personalidade?
PAIXÃO – Não sei se meu namoro está afetando a minha personalidade mas sei que, agora, sou uma pessoa diferente. Valorizo mais o meu namorado a ponto de não ter mais vontade de estudar, de comer, de dormir ... Sou outra pessoa, pois me dedico completamente a ele. Não tenho mais tempo para amigas, para conversar com minha mãe ...
COMENTÁRIO – A paixão afeta, e muito, a personalidade da pessoa. Apaixonada, ela vive sonhando, se torna menos eficiente e responsável. Não quer ver os defeitos do outro mas vive pensando só no “amor”.
AMOR – Se meu namorada está afetando a minha personalidade é, com certeza, para melhor, pois agora sou mais autêntica, mais feliz. Não sei, mas meu namorado diz que tenho boa índole, sou boa filha e que ele me ama muito. Eu também o amo!
COMENTÁRIO – Quando se está amando aprende-se da pessoa que se ama todas as características boas. A pessoa se torna uma boa filha, uma boa irmã, uma boa amiga. Quando se ama, a pessoa deixa transparecer as suas melhores características, a sua real personalidade que a tornam uma pessoa mais digna.
6a Diferença – Agora, que você está namorando, como é o seu relacionamento com as outras pessoas?
PAIXÃO – Estou tão apaixonada por meu namorado que o coloco em 1o lugar em minha vida. Não tenho muito tempo para meus pais, meus irmãos, minhas amigas que já não são as pessoas mais importantes para mim. Se estou estudando ou fazendo alguma coisa em casa e ele me convida para sair, deixo tudo para atendê-lo imediatamente, pois ele é tudo para mim. Às vezes, faço até algumas coisas erradas mas é somente porque “o amo” muito!
COMENTÁRIO – A paixão é um sentimento que nos tira da realidade. Vive-se sonhando com fatos que não são reais. A pessoa se esquece que os pais, os irmãos e os verdadeiros amigos só querem o seu bem e aquele namorado é só alguém que ela mal conhece e que, um dia, pode fazê-la sofrer e talvez não seja o rapaz que Deus está preparando.
AMOR – Já faz algum tempo que o estou namorando. No início, não podia amá-lo, pois o conhecia muito pouco. Agora, quando já o conheço bastante, seus gostos pessoais, sua maneira de pensar, eu realmente o amo.Procuramos sempre compartilhar nossos pensamentos, desejos, ansiedades e já percebemos que o ficarmos juntos é para nós um presente dado por Deus. Nós nos amamos muito mas nossos pais, irmãos e amigos são para nós pessoas preciosas. Em nossas vidas, Deus está em 1o lugar e O amamos muito. Somos felizes e já pensamos em casar para termos nossos filhos e adicionarmos algo mais à nossa felicidade.
COMENTÁRIO - O verdadeiro amor não é egoísta. O namorado vê a namorada como a pessoa mais importante de sua vida mas o seu relacionamento com os familiares e amigos continua o mesmo. A pessoa é equilibrada e faz tudo para agradar a Deus e a seu namorado.
7a Diferença – Diga, em poucas palavras, como os outros vêem o seu relacionamento com o seu namorado.
PAIXÃO – As pessoas que vêm me aconselhar, achando que estou demasiadamente apaixonada, não sabem o quanto ele é maravilhoso. Não estou interessada em conselhos de ninguém, pois sei o que quero. Meus pais são contra o namoro mas eu estou decidida a não ouvir o que dizem de nós dois.
COMENTÁRIO- É muito importante ouvirmos os conselhos daquelas pessoas que realmente nos amam, pois como não são elas que estão apaixonadas, então podem raciocinar com mais sabedoria e nos abrir os olhos.
AMOR – Dou graças a Deus por meus pais e futuros sogros que nos amam e aprovam o nosso namoro. Antes de dizer “sim”, procurei saber se meu namorado era um bom filho, um bom amigo. Hoje, somos noivos e nossos amigos nos chama de casal 20.
COMENTÁRIO – Com certeza Deus irá abençoar o casamento que está dentro da Sua vontade e que teve a aprovação dos pais.
8a Diferença – O que aconteceu com seu namoro quando ele teve que viajar?
PAIXÃO – Sentimos que aos poucos a chama foi se apagando. Não sei o porquê mas tanto eu como ele já temos outra pessoa em vista.
COMENTÁRIO – A distância é muito importante para você testar se o que você sente por seu namorado é paixão ou verdadeiramente amor. Se havia só interesse físico o relacionamento logo acabará.
AMOR – O namoro continuou firme, pois com a distância sentimos muita falta um do outro. A saudade é quase insuportável e a conta do telefone aumentou muito! Sinto que falta uma parte de mim e sempre fico triste quando passa um dia sem eu falar com ele.
COMENTÁRIO – Com a distância o verdadeiro amor só tende a aumentar. Chamo esta prova de “prova de fogo”. Se mesmo longe a pessoa sente falta do outro, sente falta da sua voz, da sua conversa, da sua presença... Então, ela realmente ama. Temos na Bíblia exemplos importantes neste sentido, Sansão, ele foi atraído pela aparecia, pela beleza física, isto para ele trouxe um grande prejuízo, grande tristeza para sua família, na realidade a destruição da vida dele foi por ser levado por uma paixão incontrolável, levando-o posteriormente a uma total destruição. Jovens que Le esta postagem, que a mesma possa te ajudar, a examinar sua vida amorosa, e ver se esta ou não na direção de Deus, se o que você sente é amor, ou somente paixão.Um grande abraço a todos.
1Cor 13:4-8: “O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece . Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor nunca falha...”
1a Diferença – O que mais a atrai na outra pessoa?
PAIXÃO – O que mais me atrai e desde o início me atraiu foram os seus olhos. Logo ao primeiro olhar eu já percebi que aquele seria definitivamente o “homem da minha vida”. Você sabe o que é uma pessoa ter certeza de alguma coisa? Pois é , isto aconteceu comigo logo que olhei para ele da 1a vez. Além de seus lindos olhos azuis, ele tem um rosto que é belo e um corpo musculoso, malhado, bronzeado que nunca vi igual! Sabe de uma coisa? Eu estou perdidamente apaixonada!
COMENTÁRIO – Quando só existe paixão, a pessoa só vê no outro um rosto bonito, um corpo bem feito, um andar atraente ... “Não importa se ele é vazio no seu interior, se é descrente ... o que importa é que o amo e faço loucuras por ele!” Para as pessoas que estão apaixonadas o exterior é o que está valendo naquele momento e o que a pessoa realmente é, isto é, o seu interior fica em segundo plano.
AMOR – O que mais me atrai na pessoa que realmente amo é o seu caráter. Eu o amo pelo que ele é, pela beleza do seu interior, pelos momentos que passamos juntos compartilhando nossas alegrias, tristezas e nosso futuro. Eu o amo porque ele ama o Deus que eu amo e juntos caminhamos fazendo a Sua vontade em nossas vidas.
COMENTÁRIO – O verdadeiro amor não vê apenas o rosto, não vê apenas o corpo mas vê a pessoa com toda sua autenticidade, sinceridade e beleza interior. A atração existe mas é apenas um dos aspectos da pessoa que o atrai. O amor vê o físico mas vê também o interior da pessoa que ama.
2a Diferença – Que características existem na outra pessoa que a atraem?
PAIXÃO – Fica até difícil de enumerá-las, pois para mim ele é o homem perfeito! Mas vejamos o que eu posso enumerar:
1) rosto lindo;
2) olhos azuis;
3) corpo malhado, musculoso (perfeito!);
4) o seu andar;
5) sua maneira de bocejar...
Além destas, existem um sem número de outras características que me deixam muito, muito e muito APAIXONADA!
COMENTÁRIO – A paixão não vê a alma mas apenas o físico. A pessoa pode ficar “apaixonada” pelo andar , pelo sorriso, pela maneira de falar, sem olhar para o que realmente a pessoa é.
AMOR – Para eu conhecer as verdadeiras características do meu namorado, precisei conhecê-lo aos poucos durante muitos meses. Hoje posso dizer que o amo e o admiro pelo que ele realmente é: um homem de Deus que tem seu defeitos mas que tem uma beleza interior que me dá a certeza que ele é o rapaz que Deus escolheu para ser meu futuro marido. Ele é carinhoso, meigo, terno, fiel, bom filho, bom irmão, bom amigo, bom aluno e acima de tudo um namorado que me ama e que amo de todo o meu coração.
COMENTÁRIO – O amor verdadeiro vê a alma do outro. A pessoa ama seu namorado pelo que ele realmente é; pela sua maneira autêntica de ser; pela maneira como trata seus pais, as crianças, os animais; pela maneira como a trata; pelo seu caráter, atitudes e opiniões.
3a Diferença – Como tudo começou?
PAIXÃO – Da maneira mais romântica que você possa imaginar! Estávamos sentados na areia da praia – eu, alguns amigos e amigas e... ele. Era uma noite de luar e cantávamos ao som de um violão. Ele estava sentado ao meu lado e me olhou como ninguém jamais me olhou antes. Amei-o no 1o momento!!! Foi “amor” à primeira vista!
COMENTÁRIO – A paixão começa muitas vezes logo no 1o encontro. É “paixão” à primeira vista! Não se pode dizer que é “amor” à primeira vista, pois o verdadeiro amor surge com o tempo. Algumas vezes, ouvimos jovens dizerem: “Um simples olhar foi bastante para eu ficar apaixonado. Mesmo sem saber nada dele, já sinto que nasceu para mim!” Isto é paixão.
AMOR – Tudo começou depois de um longo período de amizade. Éramos apenas bons amigos, pois estudávamos juntos. Fazíamos piqueniques, viagens e vários tipos de passeios juntos com nossa turma do colégio. Ele era um amigo bem íntimo, pois sempre que havia teste escolar, ele ia à minha casa para estudarmos juntos. Pouco a pouco fomos sentindo que tínhamos nascido um para o outro e então decidimos namorar. Sempre o admirei mas precisei de tempo para descobrir que realmente o amava.
COMENTÁRIO- O amor é algo mais amadurecido. Leva tempo! Muitas vezes, começa com uma amizade, sem namoro. Com o passar do tempo, os dois descobrem que se amam e que não podem viver um sem o outro. Neste caso, o amor foi surgindo aos poucos. Ambos tiveram tempo de se conhecer, ver as boas e más características que cada um possuía. Quando resolveram namorar já sabiam que poderiam enfrentar juntos os bons e maus momentos da vida. Um “namoro demorado” é bem melhor do que um “namoro relâmpago”. Não tenha pressa para se casar!
4a Diferença – No seu namoro, é estável o interesse mútuo?
PAIXÃO – Bem, na verdade é difícil termos os mesmos interesses. Às vezes, eu o encontro bem humorado mas, outras vezes, ele muda como se fosse outra pessoa. Tentamos combinar os passeios, reuniões, ... mas nem sempre tudo dá certo. Ele é um pouco instável e faz com que nosso namoro não seja estável mas mesmo assim eu o amo muito e sei que ele nasceu para mim.
COMENTÁRIO – Na paixão, o interesse não é estável. Hoje, o interesse do namorado pode estar em alta e tudo vai às mil maravilhas mas amanhã pode estar em baixa e tudo muda. Não há firmeza no interesse mútuo. Na paixão, a relação é superficial, não tem firmeza.
AMOR – Sim, sempre nossos interesses são firmes e constantes. Posso dizer que, no nosso namoro, o interesse mútuo é estável.
COMENTÁRIO – O verdadeiro amor é como a plantinha que está crescendo lentamente em terra fértil e cujas raízes são profundas.
No amor, os sentimentos são constantes, firmes e sinceros.
5a Diferença – De que maneira o seu namoro está afetando a sua personalidade?
PAIXÃO – Não sei se meu namoro está afetando a minha personalidade mas sei que, agora, sou uma pessoa diferente. Valorizo mais o meu namorado a ponto de não ter mais vontade de estudar, de comer, de dormir ... Sou outra pessoa, pois me dedico completamente a ele. Não tenho mais tempo para amigas, para conversar com minha mãe ...
COMENTÁRIO – A paixão afeta, e muito, a personalidade da pessoa. Apaixonada, ela vive sonhando, se torna menos eficiente e responsável. Não quer ver os defeitos do outro mas vive pensando só no “amor”.
AMOR – Se meu namorada está afetando a minha personalidade é, com certeza, para melhor, pois agora sou mais autêntica, mais feliz. Não sei, mas meu namorado diz que tenho boa índole, sou boa filha e que ele me ama muito. Eu também o amo!
COMENTÁRIO – Quando se está amando aprende-se da pessoa que se ama todas as características boas. A pessoa se torna uma boa filha, uma boa irmã, uma boa amiga. Quando se ama, a pessoa deixa transparecer as suas melhores características, a sua real personalidade que a tornam uma pessoa mais digna.
6a Diferença – Agora, que você está namorando, como é o seu relacionamento com as outras pessoas?
PAIXÃO – Estou tão apaixonada por meu namorado que o coloco em 1o lugar em minha vida. Não tenho muito tempo para meus pais, meus irmãos, minhas amigas que já não são as pessoas mais importantes para mim. Se estou estudando ou fazendo alguma coisa em casa e ele me convida para sair, deixo tudo para atendê-lo imediatamente, pois ele é tudo para mim. Às vezes, faço até algumas coisas erradas mas é somente porque “o amo” muito!
COMENTÁRIO – A paixão é um sentimento que nos tira da realidade. Vive-se sonhando com fatos que não são reais. A pessoa se esquece que os pais, os irmãos e os verdadeiros amigos só querem o seu bem e aquele namorado é só alguém que ela mal conhece e que, um dia, pode fazê-la sofrer e talvez não seja o rapaz que Deus está preparando.
AMOR – Já faz algum tempo que o estou namorando. No início, não podia amá-lo, pois o conhecia muito pouco. Agora, quando já o conheço bastante, seus gostos pessoais, sua maneira de pensar, eu realmente o amo.Procuramos sempre compartilhar nossos pensamentos, desejos, ansiedades e já percebemos que o ficarmos juntos é para nós um presente dado por Deus. Nós nos amamos muito mas nossos pais, irmãos e amigos são para nós pessoas preciosas. Em nossas vidas, Deus está em 1o lugar e O amamos muito. Somos felizes e já pensamos em casar para termos nossos filhos e adicionarmos algo mais à nossa felicidade.
COMENTÁRIO - O verdadeiro amor não é egoísta. O namorado vê a namorada como a pessoa mais importante de sua vida mas o seu relacionamento com os familiares e amigos continua o mesmo. A pessoa é equilibrada e faz tudo para agradar a Deus e a seu namorado.
7a Diferença – Diga, em poucas palavras, como os outros vêem o seu relacionamento com o seu namorado.
PAIXÃO – As pessoas que vêm me aconselhar, achando que estou demasiadamente apaixonada, não sabem o quanto ele é maravilhoso. Não estou interessada em conselhos de ninguém, pois sei o que quero. Meus pais são contra o namoro mas eu estou decidida a não ouvir o que dizem de nós dois.
COMENTÁRIO- É muito importante ouvirmos os conselhos daquelas pessoas que realmente nos amam, pois como não são elas que estão apaixonadas, então podem raciocinar com mais sabedoria e nos abrir os olhos.
AMOR – Dou graças a Deus por meus pais e futuros sogros que nos amam e aprovam o nosso namoro. Antes de dizer “sim”, procurei saber se meu namorado era um bom filho, um bom amigo. Hoje, somos noivos e nossos amigos nos chama de casal 20.
COMENTÁRIO – Com certeza Deus irá abençoar o casamento que está dentro da Sua vontade e que teve a aprovação dos pais.
8a Diferença – O que aconteceu com seu namoro quando ele teve que viajar?
PAIXÃO – Sentimos que aos poucos a chama foi se apagando. Não sei o porquê mas tanto eu como ele já temos outra pessoa em vista.
COMENTÁRIO – A distância é muito importante para você testar se o que você sente por seu namorado é paixão ou verdadeiramente amor. Se havia só interesse físico o relacionamento logo acabará.
AMOR – O namoro continuou firme, pois com a distância sentimos muita falta um do outro. A saudade é quase insuportável e a conta do telefone aumentou muito! Sinto que falta uma parte de mim e sempre fico triste quando passa um dia sem eu falar com ele.
COMENTÁRIO – Com a distância o verdadeiro amor só tende a aumentar. Chamo esta prova de “prova de fogo”. Se mesmo longe a pessoa sente falta do outro, sente falta da sua voz, da sua conversa, da sua presença... Então, ela realmente ama. Temos na Bíblia exemplos importantes neste sentido, Sansão, ele foi atraído pela aparecia, pela beleza física, isto para ele trouxe um grande prejuízo, grande tristeza para sua família, na realidade a destruição da vida dele foi por ser levado por uma paixão incontrolável, levando-o posteriormente a uma total destruição. Jovens que Le esta postagem, que a mesma possa te ajudar, a examinar sua vida amorosa, e ver se esta ou não na direção de Deus, se o que você sente é amor, ou somente paixão.Um grande abraço a todos.
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